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Wednesday, June 14, 2006
HISTÓRIA UNIVERSAL I

ESTUDOS DE DIREITO, ECONOMIA, CIÊNCIAS SOCIAIS, HISTÓRIA E UNIÃO EUROPEIA

 

SITE PRINCIPAL DO AUTOR


www.politicaedireito.com


www.jorgerodriguessimao.com

 

 

 

 





HISTÓRIA UNIVERSAL CONCISA


O HOMEM NA SUA LONGA VIAGEM PELO TEMPO:

1.       Descobre a agricultura, torna-se sedentário, doméstica os animais, tece fibras vegetais e animais, fabrica cerâmica e enterra os seus mortos.

2.       Sociedade: É a organização de um grupo maior de pessoas.

Tendo o homem domesticado o animal, começou a viver em grupos.

Surgiram as primeiras tribos. (a título de humor não foi destas tribos que saiu a música tribalista do Pedro Abrunhosa). O homem do Neolítico, torna-se sedentário, e começou a viver em sociedade, conjuntamente com outros homens.

 

Linguagem: Quando o homem conseguiu comunicar-se com os outros homens, desenvolveu uma linguagem. Tempos depois, essa linguagem transformou-se em escrita.

A escrita é formada por símbolos ou desenhos que as pessoas que vivem numa sociedade ou num determinado território.

Cultura: é o modo de vida das sociedades, ou seja, o que comiam, como construíam as suas casas, quais os deuses que adoravam, etc.

Civilização: é a forma de como entendemos as diversas culturas e cujos valores e criação permanecem vivos por longo período no tempo e em determinado espaço geográfico.

Divisão do trabalho: com a descoberta do ciclo das colheitas, o homem percebeu que não era necessário que todos os elementos do grupo trabalhassem a terra. Aos poucos, cada membro do grupo começou a especializar-se no que melhor sabia fazer segundo as suas habilidades. Princípio do mais hábil, e em que o mais forte torna-se o Chefe.

- As civilizações do Extremo Oriente:

China e Japão

1.       Seda e porcelana.

2.      É uma sociedade em que não existe mobilidade entre as classes sociais, pois os indivíduos têm o seu lugar determinado pelo nascimento.

3.       A China, influenciou os japoneses na religião e na estrutura social.

- Egipto Antigo

 

1.  O Faraó tinha poderes absolutos, era a encarnação de Deus na terra. Governava por meio de funcionários nobres.

2. Os escribas cobravam os impostos, supervisionando as construções e as obras públicas. Após cada colheita, calculavam os impostos a serem pagos pelos lavradores. Em conjunto com os sacerdotes, foram responsáveis pelo desenvolvimento das ciências e da literatura.

 

- Mesopotâmia:

 

AS NOSSAS RAÍZES

 

CARACTERÍSTICA DA SOCIEDADE:

 

1. Escrita, forma de governo, organização social, soberano absoluto, politeísmo.

 

2. Politeísta; acreditavam nos astros, desenvolveram a astronomia. Os seus templos eram observatórios. Esse tipo de religião existe actualmente.

 

Reparemos nos horóscopos que são publicados em jornais e revistas.

- As civilizações da Palestina:

Fenícios e Hebreus

Características da sociedade:

 

1. Na forma de governo, escrita, organização social, actividades económicas.

2. Eram grupos de cidades que se ajudavam mutuamente, sendo independentes entre si.

 

3. Os hebreus eram monoteístas; o seu Deus comunicava-se por mensagens e revelações.

 

4. Patriarcal. O governo era exercido por um conselho de anciãos.

- O mundo grego:

Desde Creta à Grécia heróica

1.                  As mulheres tinham um papel de destaque na sociedade cretense.

2.                 Participavam em pé de igualdade do governo e da vida social e religiosa. Nas demais sociedades, quase todas patriarcais, a mulher estava submetida à autoridade masculina.

3.                 Forma de governo, militarismo e sociedade patriarcal.

4.       Os gregos uniram-se contra o domínio comercial dos troianos.

A primeira guerra entre a Ásia e a Europa.

Os gregos preparam uma estratégia (o cavalo de Tróia) para invadir a cidade e dominá-la.

5.      As colónias gregas eram autónomas. Falavam a mesma língua, praticavam os mesmos costumes, religião e ideais dos Gregos que habitavam a Grécia Continental.

6.      São os dois grandes poemas gregos que contam lendas e mitos envolvendo deuses e heróis na Guerra de Tróia e o seu retorno ao lar. A Ilíada e a Odisseia

- O mundo grego:

A Grécia Antiga, Clássica e a Helenística

Características:

 

1. Esparta: Estado militarista -Atenas: democracia. Educação. Instituições.

2. Repartiu terras, suavizou as leis dracónicas, incentivou a educação popular.

 

3. Decadência do mundo grego.

 

4. Fusão da cultura grega com a cultura oriental do império persa.

 

4.                  Foi o mais bem-sucedido exército guerreiro da Antiguidade. Conquistou um império de proporções até então invulgares.

                 O Mundo Romano:

Monarquia à República

1.       Dividia-se em três grupos:

1) Os patrícios formavam a aristocracia e ocupavam os cargos públicos;

2) Os plebeus ou os romanos sem antepassados importantes não tinham direitos políticos e, muitas vezes, eram obrigados tornarem-se clientes protegidos de famílias patrícias; Considerados como estrangeiros

3) Os escravos não tinham direitos e constituíam um grupo formado por plebeus endividados ou por prisioneiros de guerra.

2.       As lutas ocorreram pelas desigualdades sociais impostas pelos patrícios. Por meio dessas lutas, os plebeus foram conseguindo representação no governo, como os tribunais da plebe.

3.       Foram os comícios por tribos ou plebiscitos. Nessas assembleias, os plebeus eram a maioria, e forçaram os patrícios a aceitar as suas decisões.

- Da crise da república ao fim do império romano

1.       A conquista de novos territórios enriqueceu um pequeno grupo de famílias que acabou por se tornar praticamente dona da república. As terras conquistadas foram alugadas, pelo Senado a minorias privilegiadas, que acabaram por formar latifúndios. Os prisioneiros de guerra tornaram-se escravos e que era a mão-de-obra gratuita dos latifundiários, levando os pequenos proprietários à ruína, aumentando a diferença entre ricos e pobres. Situação que se reflectiu na política, com formação de partidos que defendiam interesses distintos.

2.       Ocorreu no governo de Diocleciano. Acreditava que o Império só poderia sobreviver com um governo absolutista. O Senado perdeu poder e os cidadãos perderam os seus direitos. As suas reformas mostraram que o peso administrativo se tinha deslocado para o Oriente. Apoiando-se numa burocracia imperial e no exército, Diocleciano aumentou os impostos.

3.       A guerra civil entre os exércitos teve efeitos devastadores sobre a agricultura e o comércio. A guerra pelo domínio do Império e a fome trouxeram epidemias que dizimaram a população. O avanço dos persas no Oriente e dos germanos no Ocidente provocou a insegurança generalizada. Esse contexto foi propício para a disseminação dos cultos salvacionistas, que prometiam vida melhor depois da morte.

- A Antiguidade tardia:

O Império Carolíngio e a Idade Média

1.       Carlos Magno dividiu o império em 300 províncias governadas por condes. As províncias de fronteira, as "marcas", eram governadas por marqueses e duques. Para fiscalizar a administração, Carlos Magno criou os inspectores. Uma Assembleia, da qual faziam parte colaboradores do imperador, reunia-se uma vez por ano para fixar as metas de governo. Essas reuniões, chamadas de campos de Maio, pois ocorriam no mês de Maio, originaram uma colecção de leis, as leis capitulares. Para recompensar os que ajudavam, o imperador distribuía terras. Esses benefícios deram origem ao Sistema Feudal.

2.       O Ocidente não resistiu ao avanço dos povos germânicos. A actividade comercial desapareceu, as cidades entraram em decadência. O Oriente sobreviveu durante mais mil anos, com uma actividade comercial intensa, irradiando a sua cultura no mundo eslavo e russo. O "centro" do mundo, na época, foi o Império Bizantino.

3.       O Império foi uma grande potência militar; a sua marinha invencível durante séculos. Economicamente, Bizâncio foi o centro do comércio mundial na Idade Média, fazendo a ponte entre o Extremo Oriente, o Médio Oriente e o Ocidente. A arte bizantina criou um estilo original, combinando harmoniosamente elementos gregos, romanos e orientais. Os seus mosaicos tornaram-se famosos

- A Civilização Muçulmana

 

1. A ruptura teve início em 760, quando os árabes de Espanha declararam a independência. Em 968 foram os árabes do Egipto a tornarem-se independentes. O Império ficou dividido em três califados, o de Córdoba, Cairo e Bagdade.

.

2.      Eram tribos asiáticas que vieram da Mongólia, fixando-se nas margens do Mar Cáspio. Converteram-se ao islamismo, tornando-se guerreiros de Alá. Em 1055 os turcos conquistaram Bagdade e substituíram o califa pelo sultão.

 

3.     Os turcos submeteram todos os povos árabes da Ásia e da África, tornando-se um perigo para os reinos cristãos da Europa.

 

4.     Os árabes deixaram um legado cultural importantíssimo no campo científico (matemática, astronomia, arquitectura), artístico (construções de mesquitas e palácios), comercial e agrícola.

 

5.     Os árabes preservaram obras da cultura greco-latina durante a Idade Média.

 

 Sacro Império Romano - Germânico

E

Cristianismo Feudal

1. No topo da pirâmide formada pelos governos locais, condes, marqueses ou duques que muitas vezes reconheciam a superioridade de algum príncipe ou grão-duque, estava o rei, que na prática, só exercia autoridade sobre os seus próprios domínios particulares. A autoridade, de facto, era exercida pelos donos das propriedades.

 

2. Os senhores feudais cunhavam moeda, mantinham um exército próprio, podiam declarar a guerra, administravam a justiça e cobravam impostos sobre os seus vassalos e servos.

 

3. As cruzadas foram expedições militares organizadas pelo Papa e pelos senhores feudais para conquistar territórios considerados santos na Palestina.


Posted at 06:17 pm by JORGE RODRIGUES SIMAO

 

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